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“Para ganhar da gente vai ter que suar sangue”, diz Gabriel

Meia-atacante tem se destacado pela movimentação e voluntariedade no time rubro-negro

A “pegada” é o diferencial do Leão, onde atletas ofensivos, como Gabriel, ajudam na marcação (Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife)

Muita raça e pés no chão. Esses ingredientes têm sido fundamentais para o sucesso do Sport no Campeonato Brasileiro, onde o time faz a segunda melhor campanha em dez rodadas da competição. Um dos jogadores que mais  ajuda a equipe nestes sentidos é o meia-atacante Gabriel, que recentemente também marcou um importante gol na vitória sobre o Atlético/MG, por 3×2, na Ilha do Retiro.

“A gente está surpreendendo para alguns, mas, para a gente, não é novidade porque nós trabalhamos bastante. Para ganhar da gente vai ter que suar sangue, pois estamos deixando a nossa vida em campo. Temos que manter essa equipe aguerrida, que lute até o final, e deixe sangue no campo”, destacou o meia rubro-negro.

Ainda sobre o ótimo momento leonino, Gabriel lembrou que a equipe já havia feito bons jogos no início do ano, apesar das eliminações. “É difícil de falar (sobre o crescimento da equipe). Tem o encaixe do grupo e do time… Futebol depende muito de encaixe. Às vezes, você tem um time de muitas estrelas que não encaixam. Conseguimos encaixar uma equipe agora que está dando conta do recado. Mas, com Nelsinho, fizemos também grandes jogos. Não tenho dúvida que as eliminações pesaram muito, mas é curtir o momento que a gente está vivendo e batalhar para chegar mais longe ainda”, afirmou.

PÉS NO CHÃO

Gabriel comentou ainda o fato de o time ser um dos líderes de finalizações do campeonato, adiantando que trata-se de um pedido do técnico Claudinei Oliveira para que os atletas arrisquem mais, e reforçou novamente o discurso de humildade do elenco.

“Não preocupa (o resultado subir à cabeça) pelo fato de a gente saber qual a nossa identidade. No futebol, é muito difícil você criar uma identidade. Mas a nossa identidade é a pegada, o jogo firme, é a equipe tentar sair nos espaços que o adversário deixa. Jamais a gente vai fugir disso. Quanto a isso a gente não tem preocupação porque o nosso jogo é coletivo. Ninguém quer aparecer mais do que ninguém aqui”, falou.

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