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Magrão sendo Magrão: goleiro defende 33º pênalti pelo Leão

Ídolo rubro-negro garantiu mais um ponto conquistado pelo Sport no Campeonato Brasileiro

O eterno camisa 1 da Ilha foi ovacionado na Ilha e recebeu muitos elogios do técnico Eduardo Baptista (Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife)

Magrão sendo Magrão. O cronômetro marcava 38 minutos do segundo tempo quando a Ilha do Retiro parou para ver o camisa 1 do Leão defender uma cobrança de pênalti do atacante Raniel e salvar mais uma vez o Sport, que empatou com o Cruzeiro, por 0x0, na Ilha do Retiro.

“Foi um jogo difícil, onde a equipe do Cruzeiro se portou muito bem na marcação. Depois, o jogo ficou equilibrado, as duas equipes não tiveram muitas oportunidades. Mas na principal que eles tiveram eu consegui ajudar o Sport graças a Deus”, disse o goleiro, que lembra muito bem quantos pênaltis já defendeu pelo Clube. “Foram 33. Fico feliz em ajudar o clube, isso é o mais importante”, falou.

O Paredão da Ilha agradeceu o apoio que recebeu dos torcedores no momento da cobrança. “É sempre emocionante quando você ouve o torcedor lhe apoiar. Naquele momento o torcedor gritou meu nome e depois da defesa parecia uma comemoração de gol, vi a torcida pulando. Isso é sensacional. Um reconhecimento, um carinho que eu tenho do torcedor, e tenho apenas que retribuir”, afirmou.

“MEU ÍDOLO”

Questionado sobre a importância de Magrão para o ponto conquistado pelo time rubro-negro, o técnico Eduardo Baptista não poupou elogios.

“Se eu tenho um ídolo no futebol, esse é o Magrão. Eu tinha certeza que o Magrão ia pegar o pênalti, e o torcedor também. O título mais importante que eu tenho na carreira foi com o Magrão. E mais uma vez ele com o seu jeitão de ser pegou o pênalti e nos ajudou. É meu ídolo”, falou.

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