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Em Curitiba, rubro-negros querem embalar reação no Brasileiro

Sport encara o Atlético-PR neste domingo, às 19h, na Arena da Baixada. Partida é válida pela 29ª rodada da Série A

Rubro-negros contam com apoio da torcida para se manter na Série A do Brasileirão. (Foto: Williams Aguiar/Sport Club do Recife)

Embalado pela virada sobre o Internacional, o Sport quer dar prosseguimento a sua reação no Brasileirão neste domingo (14), quando encara o Atlético-PR, às 19h, na Arena da Baixada, em Curitiba. A partida é válida pela 29ª rodada do campeonato. Entre os rubro-negros pernambucanos, o discurso é um só: doação os 90 minutos para sair de campo com um bom resultado. No momento, o time soma 27 pontos.

“A vitória sobre o Inter foi importante pela forma que foi conquistada. Mostra que estamos no caminho certo. Mas se quisermos sair de Curitiba com um bom resultado, sabemos que temos que nos doar ainda mais. Precisamos suar ainda mais. É com esse espírito e entrega que vamos arrancar no campeonato para deixar a zona do rebaixamento o quanto antes”, disse o volante Marcão, que fará a sua sexta partida com a camisa rubro-negra.

Para essa partida, o técnico Milton Mendes não poderá contar com duas peças que foram titulares ante o Internacional: o lateral-esquerdo Sander e o volante Jair, ambos suspensos pelo terceiro amarelo. Em suas vagas, entram Evandro e Fellipe Bastos, respectivamente. Também estão fora os zagueiros Durval e Max, além do atacante Rogério. Os três com problemas físicos.

No mais, o Sport deve ser o mesmo que virou para cima do Internacional, com o meia-atacante Michel Bastos atuando como “falso 9”. Apesar de não ser um homem de ofício na posição, o camisa 8 se coloca à disposição do comandante. “Não sou um centroavante, mas o Milton me colocou nessa posição com o Atlético-MG e acho que mostrei a ele que tinha condições de jogar. É um pouco novo para mim, mas a minha intenção é sempre estar jogando, ajudando os companheiros”, afirmou.

Sobre a partida ser disputada em gramado sintético, os atletas rubro-negros se mostram tranquilos. “Estou acostumado, pois no Tijuana o gramado também era sintético. Passei nove meses lá e gostava, porque a bola fica mais viva, a partida mais rápida. Temos apenas que tomar cuidado”, disse o atacante Matheus Gonçalves. “É um campo que particularmente eu gosto muito de jogar. Tem pouco contato, é mais rápido o toque de bola. É uma qualidade boa”, endossou o meia Gabriel.

 

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